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O Crescente Papel do Ouro em Diagnósticos e Tratamento de Doenças

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O Crescente Papel do Ouro em Diagnósticos e Tratamento de Doenças



Como mencionamos aqui, o ouro possui diversos usos não monetários, inclusive na medicina e na odontologia. Trevor Keel, consultor do World Gold Council (WGC), mencionou em seu recente artigo o uso do ouro para diagnósticos e tratamento de doenças (como artrite reumatoide).


O ouro é usado em um grande número de ferramentas de diagnóstico e é de crescente interesse para empresas que desenvolvem maneiras inovadoras de tratar doenças.


O ouro tem sido um componente importante dos ensaios de fluxo lateral (lateral flow assays – LFA’s), dispositivos utilizados para detetar substâncias alvo. Como afirma Keel, “2020 foi um ano extremamente tumultuado, e o lançamento de diagnósticos COVID-19 confiáveis foi inegavelmente desafiador. No entanto, até o final do ano, o conjunto de testes moleculares baseados em laboratório foi complementado por uma gama de LFA’s COVID-19 confiáveis e acessíveis. À medida que avançamos para o final de 2021, existem agora centenas de testes baseados em ouro sendo desenvolvidos para uso em todo o mundo para ajudar na luta contra o COVID-19. Na verdade, se você utilizou um LFA em qualquer momento durante o ano passado, é muito provável que ele contivesse ouro.”



Há testes para diversas outras doenças que dependem de tecnologia semelhante (incluindo milhões de testes para malária produzidos anualmente), afirma Keel. Outro exemplo vem de pesquisadores da Universidade de Queensland, que desenvolveram um teste universal para cancro/câncer que leva apenas 10 minutos, necessitando apenas de um telemóvel.


Keel também cita o Auranofin, uma droga à base de ouro que foi desenvolvida e comercializada na década de 1980 pela SmithKline & French (agora chamada GSK). Originalmente projetado para tratar casos graves de artrite reumatoide, foi gradualmente substituído por medicamentos mais modernos. Entretanto, afirma Keel, há um interesse significativo em usá-lo para tratar várias outras condições. Esta abordagem de 'reaproveitamento' de medicamentos previamente aprovados tem se tornando cada vez mais comum na medicina moderna. Um estudo publicado em 2015 afirmou que “... há potencial para novas aplicações no tratamento de alguns tipos de cancro/câncer, infeções parasitárias, infeções bacterianas, HIV e até doenças neurodegenerativas como a doença de Parkinson e Alzheimer.”


O metal amarelo também tem tido um papel na nanotecnologia, um campo que usa pequenas partículas de ouro para atingir partes específicas do corpo. Segundo Keel, muitas empresas reconheceram o potencial das nanopartículas de ouro na medicina. São estáveis, facilmente modificadas e funcionalizadas, e seguras para administrar em humanos. Várias start-ups têm buscado caminhos diferentes para incorporar nanopartículas de ouro em suas terapêuticas, às vezes para entregar drogas diretamente em tumores, ou usar as próprias partículas de ouro para aquecer e destruir células cancerosas.


As nanopartículas de ouro também são utilizadas no desenvolvimento de novas vacinas, menciona Keel. Empresas como a Emergex utilizam-nas como um sistema de transporte para suas vacinas que têm como alvo um número significativo de doenças, incluindo Dengue, Zika e Febre Amarela. A empresa concluiu os estudos pré-clínicos sobre Dengue. E a Fase I e os testes clínicos subsequentes estão planejados para começar na Suíça, Cingapura e no Brasil.

 

Conforme afirmamos aqui, o ouro é meio que foi mais utilizado como dinheiro em toda a história devido ao seu valor não monetário. E estes usos medicinais, além de diversos outros, provam o seu a sua utilidade.

 


André Marques